Fruticultura: Controlo Biológico de doenças de pós-colheita

17-01-2014

Na actualidade, as doenças de conservação dos frutos constituem um dos principais estrangulamentos à sua comercialização e consumo, e são responsáveis por avultados prejuízos económicos. Estima-se que nos países industrializados aproximadamente 25% do total da produção possa ser desperdiçado devido a pragas e a doenças que ocorrem tanto no campo como durante o armazenamento, o transporte e a comercialização. A maior parte das perdas que ocorrem nos produtos hortofrutícolas após colheita, são devidas a podridões causadas por fungos patogénicos.

Nos últimos anos, diversas estratégias de biocontrolo têm sido estudadas como alternativa ao uso excessivo dos pesticidas de síntese, usados tradicionalmente no controlo de doenças de pós-colheita. Procura-se assim, reduzir o uso de substâncias químicas prejudiciais para a saúde pública e o ambiente, assim como evitar o surgimento de estirpes patogénicas resistentes.

Um artigo da autoria de Claudia Sánchez Lara. Doutora em Biologia. Investigadora Auxiliar do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV, IP) na área de Fisiologia de Pós-Colheita.