Da vinha ao vinho

De acordo com os dados do Instituto da Vinha e do Vinho, em 2007, Portugal contava com 250 mil hectares de área de vinha.

Ainda segundo o mesmo Instituto, e depois de apurados os dados de 2010, constata-se que as exportações e expedições portuguesas de vinho alcançaram 649,10 milhões de euros, traduzindo um aumento de 16% face a igual período de 2009. Em termos de volume, os 2,56 milhões de hectolitros exportados representam um crescimento de 9%.

Há ainda a reter outro indicador positivo relativo ao preço médio do vinho exportado que cresceu 6% para um valor de 2,54 euros/litros.

O total das exportações, o vinho engarrafado representa aproximadamente 88% em valor, tendo registado um aumento de volume de 11% face ao ano de 2009, o que se reflecte favoravelmente no preço médio do vinho exportado (+6,2%).

Estes resultados são bem demonstrativos do investimento feito pelos viticultores portugueses na modernização das suas vinhas e respectivas adegas, traduzido também nos constantes prémios e distinções obtidos nos mais rigorosos concursos e provas internacionais, fazendo curvar críticos de todo o mundo.

Dizem eles que nas Adegas não há “segredos”, a vinha sim é que os “esconde”, sendo por isso necessário um trabalho constante no campo para no final se obter a uva de melhor qualidade.

Um sem número de operações que as máquinas agilizam mas não concretizam sozinhas, sendo da simbiose entre o Homem e a Natureza que resultam imortalizados NÉCTARES DOS DEUSES.